
Por Lucas Ribeiro
A reforma tributária é um passo histórico rumo à simplificação e à racionalidade fiscal no Brasil. Mas ela não será verdadeiramente transformadora se não for também plural. As mulheres têm ocupado cada vez mais espaços estratégicos nas discussões tributárias — no Congresso, nas empresas, na academia e nos órgãos técnicos. E isso é fundamental.
O momento é decisivo. O calendário de implementação está extremamente apertado para o próprio fisco/governo, quem dirá para as empresas. Temos pouco tempo até julho para aprovar projetos complexos, como o próprio PLP 108/2024, que exige atenção redobrada: trata do Comitê Gestor, mas, mais do que isso: como será o processo administrativo do IBS e suas severas penalidades e obrigações acessórias para as empresas. A forma como os novos processos serão tratados pode gerar distorções — e, pior, insegurança jurídica. Precisamos ser firmes, técnicos e vigilantes.
No Portal da Reforma Tributária e na ROIT, estamos acompanhando tudo em tempo real, com um olhar estratégico e conectado à realidade das empresas. Seguiremos contribuindo com dados, tecnologia e conhecimento para que essa reforma não seja apenas uma promessa, mas uma virada de página responsável, inclusiva e sustentável.
Lucas Ribeiro é CEO da ROIT e Fundador do Portal da Reforma Tributária.
Este artigo foi publicado anteriormente na 3ª edição da Revista da Reforma Tributária. Clique aqui para assinar e receber as próximas edições.