Carta do CEO: 4ª edição da Revista da Reforma Tributária

Lucas Ribeiro, CEO da ROIT e Fundador do Portal da Reforma Tributária

Por Lucas Ribeiro

O ano de 2026 marca o início de uma transição que mudará para sempre a forma como as empresas brasileiras se relacionam com o sistema tributário. Ignorar essa realidade é abrir mão da competitividade e da previsibilidade, em um cenário que exige clareza e planejamento.

Ainda há temas a serem regulamentados e definidos, mas o que já sabemos hoje é mais do que suficiente para agir agora. Nenhuma empresa, seja pequena, média ou grande, pode se dar ao luxo de esperar pelo “detalhe final” para começar a se preparar, ou ainda, pela tão sonhada “alíquota de referência”, que só saberemos em meados de 2026. Os impactos da reforma serão sentidos em todas as áreas, da precificação à contabilização, da estratégia financeira à tecnologia utilizada para registrar e analisar lançamentos e eventos.

A boa notícia é que não faltam informações para que as organizações deem os primeiros passos. Implementar agora processos, sistemas e práticas alinhados ao que já está definido é essencial. A cada dia de inércia, o risco de uma adaptação apressada cresce, trazendo custos adicionais e perda de eficiência.

O futuro tributário do Brasil já começou. Cabe a cada empresa assumir o protagonismo dessa adaptação, garantindo que a transição ocorra de forma planejada, estratégica e sustentável. A reforma não é apenas uma obrigação legal: é uma oportunidade de modernizar a gestão e preparar os negócios para um novo ciclo de crescimento.


Lucas Ribeiro é CEO da ROIT e Fundador do Portal da Reforma Tributária.


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