A reforma tributária não é neutra: quem não enxerga isso vai pagar a conta

Foto: Franki Chamaki via Unsplash

Por BMS

O debate sobre a reforma tributária segue concentrado em textos regulatórios e teses jurídicas. Para supermercadistas e atacadistas, porém, o problema já chegou à margem. A BMS atende mais de 500 empresas em todo o Brasil e parte de um diagnóstico direto: cada atividade econômica é impactada de forma diferente, e o mercado ainda não tem um roteiro claro sobre o que fazer com isso.

“A reforma não é neutra. Quem não enxerga isso, paga a conta”, diz Rubens Tavares, fundador da BMS.

O que está em jogo:

  • Com o princípio da não cumulatividade aplicado corretamente, uma empresa pode operar com uma taxa efetiva menor do que a concorrente no mesmo mercado e com o mesmo produto;
  • O prazo real não é 2033. As ações que definem vantagem competitiva precisam ser tomadas ainda este ano, antes que o mercado se reposicione;
  • A BMS mapeou atividades econômicas com base em 4.000 grandes empresas e montou um roadmap com 11 ações para este ciclo.

“Com o princípio da não cumulatividade aplicado corretamente, sua empresa opera com uma taxa efetiva menor que a do concorrente. Esse é o jogo”, explica Rubens Tavares.

O MÉTODO

Dezessete anos atendendo o varejo alimentar deram à BMS uma leitura prática sobre como os impactos tributários chegam às gôndolas, às margens e ao caixa. O trabalho parte disso. “Nosso diferencial é claro: um squad 100% especializado em reforma tributária. Não fazemos ‘também’, fazemos isto”, afirma Tavares.

O objetivo declarado é simples: entregar a cada cliente o que fazer, como fazer e quando fazer. Sem juridiquês, com direcionamentos que chegam ao operacional.

A ROTA PELO BRASIL

Nos últimos meses, a BMS percorreu:

  • Minas Gerais com a Amis (Associação Mineira de Supermercados);
  • Ceará com a Acesu (Associação Cearense de Supermercados);
  • Goiás com a Agos (Associação Goiana de Supermercados);
  • Pernambuco com a Apes (Associação Pernambucana de Supermercados); e
  • Alagoas com a Acadeal (Associação do Comércio Atacadista e Distribuidor do Estado de Alagoas).

Os eventos reuniram empresários, supermercadistas e lideranças do varejo alimentar para discutir os caminhos da reforma com recorte setorial. A iniciativa segue aberta a novos estados e associações.

  • Linha de fundo – A BMS não vende otimismo sobre a reforma. Vende método. Quem mapear suas atividades, aplicar corretamente a não cumulatividade e seguir o roadmap ainda neste ano sairá na frente, independentemente de como o cenário evoluir. Proteger preço e margem não é promessa. É o produto.

Leia artigos de opinião de Rubens Tavares:

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