
Por Redação
Micro e pequenas empresas precisarão definir, até 30 de setembro, como será o recolhimento de IBS e CBS no primeiro semestre de 2027. A decisão acontece em meio à fase de transição da Reforma Tributária, que já tem regras estabelecidas para essa escolha, mas ainda exige adaptações e acompanhamento por parte das empresas. Pela nova regulamentação, os negócios poderão manter IBS e CBS dentro do Simples Nacional ou optar pelo recolhimento dos dois tributos pelo regime regular, enquanto permanecem no Simples para os demais tributos.
Nesse cenário, a escolha entre permanecer no modelo tradicional do Simples Nacional ou adotar o modelo híbrido exigirá uma análise que vai além da carga tributária. Segundo avaliação da Contabilizei, empresas devem considerar desde já fatores que já conhecem da própria operação, como perfil dos clientes, estrutura de custos, margem, formação de preços e impacto no fluxo de caixa.
Para o sócio-diretor de contabilidade e relações institucionais da Contabilizei, Charles Gularte, o fato de a Reforma ainda estar em fase de implementação não deve impedir o empreendedor de iniciar o planejamento. “Não precisa esperar todas as respostas para começar a tomar uma decisão mais consciente. Ele já tem informações importantes sobre o próprio negócio: quem são seus clientes, como forma preço, quais são seus custos e qual é sua margem”
O executivo explica que trabalhar com cenários permite que a empresa identifique quais variáveis podem alterar o resultado da escolha. “A decisão precisa ser construída com base em simulações. Quando a empresa entende quais fatores podem mudar o resultado, consegue acompanhar a evolução das regras e ajustar o planejamento sem tomar uma decisão baseada apenas na alíquota”, afirma.
O calendário da Reforma Tributária prevê os impactos financeiros da mudança em janeiro de 2027, com o fim do PIS e da COFINS e início integral da CBS, e a partir de 2029, com a transição gradual do ISS e ICMS para o IBS, sendo totalmente incorporada em 2033. O percentual oficial da CBS para 2027 ainda não foi divulgado, porém os impactos já podem ser simulados em diversos cenários, trazendo mais assertividade para a decisão até o fim do mês.
Com a transição para o novo sistema tributário, a preparação deve ser parte importante da decisão. Para os pequenos negócios, conhecer os próprios números e acompanhar a evolução das regras será fundamental para avaliar os impactos da escolha sobre a operação.Micro e pequenas empresas precisarão definir, até 30 de setembro, como será o recolhimento de IBS e CBS no primeiro semestre de 2027. A decisão acontece em meio à fase de transição da Reforma Tributária, que já tem regras estabelecidas para essa escolha, mas ainda exige adaptações e acompanhamento por parte das empresas. Pela nova regulamentação, os negócios poderão manter IBS e CBS dentro do Simples Nacional ou optar pelo recolhimento dos dois tributos pelo regime regular, enquanto permanecem no Simples para os demais tributos.
Nesse cenário, a escolha entre permanecer no modelo tradicional do Simples Nacional ou adotar o modelo híbrido exigirá uma análise que vai além da carga tributária. Segundo avaliação da Contabilizei, empresas devem considerar desde já fatores que já conhecem da própria operação, como perfil dos clientes, estrutura de custos, margem, formação de preços e impacto no fluxo de caixa.
Para o sócio-diretor de contabilidade e relações institucionais da Contabilizei, Charles Gularte, o fato de a Reforma ainda estar em fase de implementação não deve impedir o empreendedor de iniciar o planejamento. “Não precisa esperar todas as respostas para começar a tomar uma decisão mais consciente. Ele já tem informações importantes sobre o próprio negócio: quem são seus clientes, como forma preço, quais são seus custos e qual é sua margem”.
O executivo explica que trabalhar com cenários permite que a empresa identifique quais variáveis podem alterar o resultado da escolha. “A decisão precisa ser construída com base em simulações. Quando a empresa entende quais fatores podem mudar o resultado, consegue acompanhar a evolução das regras e ajustar o planejamento sem tomar uma decisão baseada apenas na alíquota”, afirma.
O calendário da Reforma Tributária prevê os impactos financeiros da mudança em janeiro de 2027, com o fim do PIS e da COFINS e início integral da CBS, e a partir de 2029, com a transição gradual do ISS e ICMS para o IBS, sendo totalmente incorporada em 2033. O percentual oficial da CBS para 2027 ainda não foi divulgado, porém os impactos já podem ser simulados em diversos cenários, trazendo mais assertividade para a decisão até o fim do mês.
Com a transição para o novo sistema tributário, a preparação deve ser parte importante da decisão. Para os pequenos negócios, conhecer os próprios números e acompanhar a evolução das regras será fundamental para avaliar os impactos da escolha sobre a operação.








